segunda-feira, 10 de julho de 2017

Um dos mais ferrenhos ex-petista Mateus Bandeira, é a nova estrela do Partido Novo

Bandeira assumindo o comando do Branrisul (no Governo da Tia)

Inacreditável: Jorge Gerdau decidiu acabar com o Partido Novo. Lançou Mateus Bandeira, um conhecido ex-petista e "pipoca" no Governo da Tia Yeda, como candidato ao governo do estado tentando ser a "novidade".

Mateus Bandeira saiu do Governo da Tia Yeda brigado com todos.

Inclusive, com a Tia.

Mateus Bandeira foi integrar a "honradíssima" Consultoria do Vicente Falconi, aquele que vende soluções e não entrega. E se entrega, é quem "cola de cavalo", só cresce para baixo, ou aquele suicida que "cava" sua cova com suas próprios membros superiores.

Mateus Bandeira é muito esquentadinho e nada democrático. Não aceita críticas. Irritado, gosta de processar jornalistas desde que não seja a Rosane de Oliveira, sua musa inspiradora, no bom sentido, é claro, pois a moça muito bem casada, tem uma família linda e é aplaudida no mundo jornalistico como sendo a melhor analista política do Rio Grande do Sul.

Caso Mateus queira concorrer terá de se conformar com as aparições nas redes sociais e na panfletagem, uma vez que não poderá participar dos debates em razão do Partido Novo não ter bancada federal.

Ou seja, está fora dos debates. Isso é mortal!!!

Um bom começo para Mateus se posicionar é colocar as "sandálias da humildade" e parar com essa "mania" de processar jornalistas.

Veve, sua vítima não tem nenhum "pinto" para pagar a milionária indenização que postula. É aquela máxima, do Barão desejar o pão do indigente.

Um comentário:

  1. Quem é Mateus Bandeira? Tem algo a ver com o Tamanduá? Tomei conhecimento dele ao acessar uma página de um amigo no face. Notei que é ferrenho crítico do STF, demonstrando que o Supremo durante 201 dias do ano não trabalha (60 dias de férias, 14 dias de feriao, recesso forense de de fun de abi 39 dias,etc,) restando 164 dias no ano para trabalhar. Interessante esclarecimento. Pena que os ministros são nomeados pelo Presidente da República, sabatinados pelo Senado.

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