terça-feira, 11 de julho de 2017

MÁFIA DAS ÓRTESES E PRÓTESES (BRASÍLIA E RIO DE JANEIRO) PARTE 01


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"Primeiramente queria declarar que não tenho nada pessoal contra as pessoas de minha denúncia e meu único objetivo em fazer estes relatos dizem respeito à minha vontade única e exclusivamente de fazer um Brasil melhor, além de melhorar o mercado de saúde que se encontra ainda em evolução e com enormes distorções e problemas claros de falta de ética e passando longe do Compliance.

Todos os meus relatos dizem respeitos ao mercado de Órteses e Próteses (OMPs) ao qual trabalho há mais de duas décadas. Vou portanto, falar somente de fatos que tenho absoluta certeza e que continuam a afrontar nossa ética batendo diariamente em nossa cara.


1ª - Johnson & Johnson x Medicato - Mercado de Brasília
A empresa Medicato, que representa a empresa Johnson & Johnson em Brasília, é do mesmo dono do Hospital São Lucas em Brasília. Ocorre por anos que eles colocaram o genro como dono da empresa Medicato, e obrigaram seus médicos a usarem o material deles, que é dá grande e poderosa Johnson. A Johnson sabe disto há anos e nada faz. Até não esterilizar material de concorrente o hospital costuma fazer para que seu material (Medicato) seja usado. Todos no nosocômio São Lucas e no mercado sabem destas práticas de falta de concorrência, falta de Compliance e tudo a mais e nada é feito. A Johnson & Johnson fica bem quietinha.


2ª - Johnson & Johnson x CORTEXMED - Mercado do Rio de Janeiro
Esta empresa, que tem como seu dono um antigo diretor da Johnson & Johnson, continua de forma escancarada dando dinheiro para médicos do Rio de Janeiro. Já foram dezenas e dezenas de denúncias, inclusive no HOTLINE da poderosa multinacional, e nada é feito. Já foram diversos tipos de formatos, onde já pagaram aos médicos através de cartões de débito, transferências bancárias de baixo valor e continua agora em dinheiro vivo através de seus vendedores e gerentes.

A empresa Johnson & Johnson "ameaçou" cortar a mesma de sua distribuição, mas voltou atrás. O motivo de não ter cortado é que seus executivos sentiram a pressão por resultados, que cairia com o rompimento do contrato. O percentual dado aos cirurgiões é 20%. Quanto esta sacanagem vai terminar? Agora se não bastasse a empresa ainda pegou a distribuição da também poderosa multinacional norte-americana Medtronic. A Medtronic sabe das "condutas" do pessoal da CORTEXMED".

Em breve o Blog IMPRENSALIVRERS publicará outras denúncias sobre os representantes da Johnson e da Medtronic...

O certo que é uma boa parcela de representantes, importantes fabricantes, nosocômios estão bancando um esquema corrupto para angariar cirurgiões e ganhar muito dinheiro... A patifaria é grande!!! A farra continua!!! A Máfia das Órteses e Próteses está atuando firme.

O Blog IMPRENSALIVRERS sabe também que todos estão sendo monitorados. A farra vai acabar! 

2 comentários:

  1. A muito tempo já foi denunciado que no Rio de Janeiro existem algumas preferencias . O maior CULPADO é algumas Operadoras de saúde. AMIL, UNIMED LESTE FLUMINENSE , UNIMED RIO, GOLDEN CROSS , ASSIM . Essas operadoras manipulam quem vai atender e não deixam outros fornecedores venderem os seus materiais, mesmo esses serem aprovados por varios cirurgiões cooperados nesses CONVÊNIOS. QUAL O VERDADEIRO MOTIVO PARA QUE OS GESTORES DESSES CONVÊNIOS NÃO DEIXAREM MAIS EMPRESAS FORNECEREM? O COMPLIANCE não existe para essas OPERADORAS no Rj. Quem está ganhando com isso?

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  2. Exatamente isso, como pode as operadoras escolherem a empresa que vai fornecer? Isso impede o medico de escolher o que é o melhor para o paciente e mais, centraliza sempre nas grandes empresas do mercado, e ainda assim querem mudar algo? A própria operadora esta centralizando um mercado .

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