terça-feira, 28 de outubro de 2014

PARTIDOS NANICOS CRIAM G-10 PARA AMPLIAR FORÇA NO CONGRESSO NACIONAL


Total de parlamentares chegará a 56, com entrada do PROS e do PRB.

A primeira tarefa que a presidente reeleita DILMA ROUSSEFF se propôs não será nada fácil de colocar em prática. A reforma política, que ela disse no discurso da vitória que é a mais importante de todas, enfrentará a oposição dos chamados partidos nanicos, que na semana passada se uniram num grupo intitulado G-10 (PTN, PHS, PSL, PSDC, PRTB, PMN, PTC, PRP, PEN e PTdoB), e que planejam aumentar ainda mais seu poder de oposição a qualquer proposta que lhes tire o que têm hoje.

As 10 agremiações juntas formam um grupo com 24 parlamentares eleitos. Conversar têm sido estendidas ao PROS e PRB. O primeiro, que passou a existir no ano passado, viu sua bancada cair de 20 para 11 deputados. Já o segundo fez trajetória inversa: dos 10 atuais, a legenda elegeu 21 para a próxima legislatura. Se a união entre o G-10 e as outras duas siglas vingar, terão um agrupamento com 56 representantes no Congresso - dois a mais que o PSDB, que em 2015 terá uma bancada de 54 deputados federais.  

Os nanicos - que rejeitam essa denominação - já têm uma pauta própria para discutir na reforma política. O principal objetivo é impedir qualquer cláusula de barreira, que já foi aprovada anteriormente pelo Congresso, e derrubada pelo SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. Além disso, querem uma divisão de tempo de rádio e TV mais igualitária aos grandes partidos e reivindicam uma participação maior no Fundo Partidário - proposta que enfrentam a oposição do PT e do PSDB, por exemplo. 

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